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Há três meses, Ancelotti dizia que, com Ronaldo em campo, o Real Madrid entrava já a ganhar. O internacional português vivia, então, a sua melhor fase, chegando aos 13 jogos seguidos sempre a marcar. Despediu-se de 2014 com 32 golos pelos merengues esta temporada e a vitória no Mundial de Clubes, dois argumentos fortes a justificar a conquista da terceira Bola de Ouro da carreira. Só que, desde então, CR7 é uma sombra de si mesmo, ofuscado também pelo brilho de Messi, que entrou no novo ano ligado à corrente.
Cristiano fez apenas 4 golos nos 7 desafios disputados em 2015, já foi expulso, eliminado da Taça do Rei pelo Atlético Madrid e goleado pelo mesmo rival (4-0) na Liga, dois dias depois de completar 30 anos. “Conheces alguém que consegue estar sempre a um nível alto?”, retorquiu no final do dérbi, quando questionado sobre o seu momento de forma.
No dia seguinte, o Barcelona goleou o Ath. Bilbao (5-2), com mais um festival de Messi, e encurtou para 1 ponto a distância para o Real Madrid, a menor diferença entre os dois rivais desde a 10.ª jornada. Nesse jogo, o argentino apontou o 23.º golo na liga e ficou a 5 de Ronaldo, depois de já ter estado a 12 (na 15.ª ronda) do português.
E por muito que Ancelotti ou Luis Enrique tentem desvalorizar a dependência em relação às suas estrelas, o que é certo é que o rendimento de Barça ou Real oscila consoante o momento de forma de Ronaldo e Messi. Com 11 golos nos 10 jogos de 2015, La Pulga é diretamente responsável pela série triunfal da equipa blaugrana, enquanto os merengues sofrem com o ocaso de CR7.
À beira dos 300
Este domingo, frente ao Levante, Messi fará o 300.º jogo na Liga com a camisola do Barça. Desde a estreia em 2004, diante do Espanyol, contabiliza 224 vitórias, 46 empates e 29 derrotas no campeonato, registando 266 golos, número que já é recorde em Espanha.
Héctor Bellerín marcou aos 90'+4, depois de Vinícius inaugurar o marcador. Em caso de vitória, o Barça fica com vantagem de 11 pontos
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