Chamam-lhe o “antiboleiro”. Tranquilo, educado e dono de um discurso pensado e fluído, mostra-se adverso a tatuagens, roupas e acessórios espampanantes, optando por um visual discreto e por uma presença nas redes sociais voltada para as mensagens de teor social, ambiental e política, o que não o inibe de ter, à semelhança de Kaká, com quem é frequentemente comparado, uma vasta legião de fãs do sexo feminino. Extremamente ligado à família, que abandonou, aos 14 anos, atrás do sonho de ser profissional no Cruzeiro, pagou os estudos universitários de Leandro e Lorraine, os seus irmãos mais velhos, e não perde uma oportunidade para se juntar aos progenitores e relaxar com uma pescaria.
A estrada para o sucesso teve alguns percalços, como o empréstimo ao Nacional e uma falha num clássico mineiro diante do Atlético, em que deixou escapar Ronaldinho. Nada que fizesse esmorecer a afirmação gradual na Raposa, o que lhe abriu as portas dos sub-20 e sub-23 brasileiros, antecâmara da ansiada estreia pela seleção principal. Médio-centro versátil, Lucas assume o papel de “8” equilibrador, muito participativo defensivamente, até pela inteligência que demonstra a posicionar-se, a antecipar-se e a reagir à perda, compensando algumas lacunas que evidencia na velocidade e no capítulo físico.
Determinante a assumir ações de construção e de condução, deixa em aberto a possibilidade de vir a assumir-se, ganhando mais intensidade, como um “6” construtor, já que exibe uma ótima leitura de jogo, critério na distribuição e grande acerto no passe: seguro no curto e médio, patenteia argumentos interessantes no passe longo, mas necessitará de ser mais rápido a executar. Nas suas incursões pelo meio-campo ofensivo, procura finalizações de fora da área com o pé direito.
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