«Jesus queria que Oblak se antecipasse nos penáltis como eu»: Beto lembra final da Liga Europa

Guarda-redes ainda recordou os “jogos psicológicos” do treinador português mais cedo na carreira

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Beto recorda final da Liga Europa ganha ao Benfica: «Fui ameaçado de morte»

A final da Liga Europa de 2014 frente ao Sevilha ainda está na memória dos adeptos benfiquistas. Na derradeira decisão por penáltis, o Benfica, orientado então por Jorge Jesus, perdeu e Beto foi a figura da equipa espanhola ao defender dois deles, um protagonista que recorda bem o 'feito'. 

"No primeiro penálti, antecipei-me, admito. Foi o meu instinto. Mesmo com o VAR podiam ter repetido, mas o mérito não pode ser tirado. Também parei o [penálti] do Rodrigo", contou em entrevista publicada esta terça-feira pelo jornal 'As'.

E prosseguiu: "Lembro-me do quanto Jorge Jesus ficou irritado com o Jan [Oblak]. Depois de eu me ter adiantado no penálti do Cardozo, queria que ele fizesse o mesmo, mas não aconteceu. Não conseguiu parar nenhum". Resultado? "Ainda hoje os adeptos do Benfica não me vêem com bons olhos. Durante anos, criticaram-me. Nesse mesmo ano, houve muita gente que passou do limite da frustração, mas é assim. Felizmente, não aconteceu nada de grave, é mais um episódio na minha carreira".

Beto recordou ainda "os jogos psicológicos" de Jorge Jesus. "Eu estava no Leixões, jogávamos um jogo importante e Jesus [então a orientar o Sp. Braga] disse que eu não podia ser um grande guarda-redes porque era baixo. Acabámos por vencer 1-0 e, no túnel, pediu-me para que eu não ficasse chateado, pois só queria provocar-me. A imprensa portuguesa falou dessa história e, em 2017, Jorge Jesus levou-me para o Sporting. Essa faísca manteve-se sempre, mas acabámos por ter uma relação muito boa".

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