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Quem estava a assistir levou as mãos à cabeça e o momento não foi para menos. Já na reta final do Valencia-Real Madrid, Diakhaby lesionou-se gravemente depois de um lance em que tentou cortar a bola e na disputa Tchouaméni caiu-lhe em cima da perna, que num movimento contrário pareceu ceder e deslocar-se. O central guineense teve de sair de maca e os restantes jogadores, tanto de Valencia como de Real, não esconderam a preocupação com o estado de saúde do colega de profissão. Os exames confirmaram "uma luxação no joelho direito", conforme avançado o emblema che. As primeiras estimativas do tempo de paragem apontam para um ano longe dos relvados, mas há quem coloque mais entraves.
"É uma lesão raríssima", começou por explicar o médico Enrique Gastaldi à Cadena Ser. "É a lesão mais grave que um jogador pode ter no joelho. Provavelmente, rompeu quatro ou cinco ligamentos. É uma lesão cruel. O que é preciso primeiro é que ele ande e não haja mais problemas. E não estamos a falar de uma baixa de menos de 9 ou 12 meses... Nestas situações não se podem fazer planos e pode haver uma ou duas operações", concluiu.
Já Juan José López Martínez, médico pessoal do tenista Carlos Alcaraz, explicou a importância de "fazer o doente andar primeiro". "É uma lesão gravíssima e corre o risco de não poder voltar a jogar futebol (...) porque [é uma lesão que] tende a danificar a cartilagem, que é uma estrutura que não se regenera", disse citado pela 'Marca'.
Mouctar Diakhaby vai ser operado ao joelho direito na quinta-feira, no Hospital Privado Jean Mermoz, em Lyon, França.
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