_
Os adeptos do Estraburgo estão indignados com a BlueCo, consórcio de investimento liderado por Todd Boehly, Clearlake Capital, Mark Walter e Hansjörg Wyss, que detém o clube francês desde 2023 e que também é dono do Chelsea desde 2022.
Em causa está aquilo a que os adeptos gauleses chamam censura por parte da direção desta empresa. Os elementos de uma das claques do emblema levaram uma tarja com a inscrição – “O Chelsea não decide o que se passa em Estrasburgo”, numa referência às palavras do presidente do clube – mas não puderam entrar no recinto.
Em causa está o facto dos blues de Stamford Bridge serem uma espécie de irmão preferido do consórcio, com mais poder de decisão, com alguns jogadores a serem resgatados do Estrasburgo e, acima de tudo, com a recente ‘transferência’ do treinador Liam Rosenior, que seguiu viagem do banco do Estrasburgo até ao banco dos blues de Londres.
“Trata-se de censura severa. Os elementos de segurança tinham ordens expressas da direção para não deixarem aquilo entrar. Estamos profundamente preocupados com isto, porque aquela frase foi proferida pelo nosso presidente em 2024 e acabou de ser banida”, registou um dos elementos do grupo.
Foram impedidos de mostrar uma tarja com críticas ao Chelsea
Anúncio feito poucos minutos depois da dispensa de Stéphane Gilli
Equipa do técnico português levava 13 triunfos seguidos
Médio português, de 21 anos, prepara-se para ficar ligado ao clube parisiense até 2030, segundo informa o 'Le Parisien'
Tiago Leal trabalhou com o médio no Lille e considera boa a decisão do agora médio do Columbus Crew
Antigo jogador vai dirigir academia do Gonio
Wesley Fofana, Hannibal Mejbri e Tolu Arokodare insultados
Entre 1996 e 1999, nos EUA, os penáltis convencionais foram substituídos e Chiquinho Conde falou a Record sobre a bizarra experiência
Marco Ruben, jogador com mais jogos disputados e golos marcados pelos 'Canallas', reencontra 'El Fideo'
Equipa da Flórida arranca em falso na MLS