A Federação Francesa de Futebol (FFF) propôs esta segunda-feira um plano que visa alterar o modelo de governança da modalidade no país, a começar pela extinção da Liga, criando uma empresa da qual os clubes são acionistas.
O presidente da FFF, Philippe Diallo, apresentou hoje um "plano ambicioso" que visa aproximar o modelo francês do inglês, falando o dirigente numa "Premier League à francesa".
Em conferência de imprensa, em que também esteve presente a ministra do Desporto, Maria Barsacq, Diallo notou um modelo "moderno" que visa responder a discussões e propostas que têm surgido nos últimos meses.
O objetivo é responder a uma necessidade de reforma da organização do futebol profissional, a começar por modelos de governança, distribuição de receitas e maior controlo para o Estado francês, via federação.
A Liga Francesa (LFP, na sigla em francês) seria extinta, substituída por uma empresa na qual seriam acionistas a FFF, com poder de veto em determinados assuntos, e os clubes, com presidente e direção nomeados, e não eleitos, pelos clubes.
A federação, como "regulador" e "garante do interesse geral", poderá vetar uma alteração do modelo desportivo, por exemplo, e de formato, nas ligas profissionais, e assumirá funções de regulação provenientes da FPF, assim como a disciplina.
A medida, de resto, já foi recebida com agrado pelos senadores Laurent Lafon e Michel Savin, que já tinham apresentado no Senado uma proposta de reorganização do futebol profissionais francês, com debate agendado para dia 10 de junho.
Os dois políticos expressaram hoje a satisfação por verem a proposta, já apelidada de "revolução" em vários quadrantes, e declararam que vão tentar incorporar elementos deste plano na proposta legislativa.
Se adotado, o novo projeto, que visa também criar um canal de televisão, alterar modelos de comunicação, gestão e financiamento do futebol profissional, entrará em vigor a partir de 2026/27.
"A crise atual é grave e estrutural", declarou Diallo.
Jogadores, treinadores e árbitros seriam representados num Conselho de Supervisão, enquanto um novo mecanismo próprio de 'fair play' financeiro visa responder ao desnível competitivo entre o campeão Paris Saint-Germain e os demais, além de responder à situação de dívidas de milhões de euros de vários outros emblemas.
Em cima da mesa desde já está uma negociação sobre a distribuição do dinheiro proveniente das transmissões televisivas, para responder às "dificuldades económicas de muitos clubes".
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