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Mais de um mês passou desde o trágico acidente que marcou a passagem de ano, que resultou em 41 mortos e mais de 100 feridos na estância turística suíça de Crans-Montana. Ainda a recuperar daquilo que viveu nessa fatídica noite, que o deixou com 30% do corpo queimado (costas, braços, mãos e face), o jovem Tahirys dos Santos recordou à imprensa francesa os momentos de horror e angústia que passou.
"Chegámos por das 0:30 ou 1:00... Fomos para o piso inferior, porque a Coline [namorada de Tahirys] precisava de ir à casa de banho. Acompanhei-a e depois, como saí primeiro, fui para o primeiro andar e vi o fogo. Foi tudo muito rápido, nem tive tempo para pensar. Fui logo buscar a Coline e corremos pelas escadas. Depois disso, tudo escuro!", começou por recordar o jovem de 19 anos do Metz, num relato impressionante à 'Paris Match'.
"Ouvi muitos gritos, tudo a correr de um lado para o outro. Não sabia se os meus amigos estavam vivos ou não. Fiquei paralisado... Gritei os nomes deles e não tive resposta. Depois, a Amandine, uma estudante, chegou. Ficou comigo e posso dizer que salvou a minha vida. Confortou-me e fui direto à ambulância. Nessa altura nem sentia as costas", acrescentou.
Cinco semanas depois, Tahirys não pensa sequer em voltar aos relvados. O foco principal é outro. "Estou vivo, é o mais importante. O aspeto físico vem depois. Não me foco no futebol, o mais importante é recuperar bem".
Já a sua namorada Coline, esteve três semanas em coma, depois de ter passado por três operações. Tal como Tahirys, a recuperação é o ponto chave neste momento. "Quando a vi, foi como se um peso muito grande tivesse saído de cima de mim", assumiu.
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