Atiradores de elite

Neymar, Cavani e Mbappé têm sido demolidores e somam já 25 golos esta temporada

• Foto: EPA

Com Cavani no plantel, Nasser Al-Khelaïfi, presidente do PSG, não olhou a meios e juntou ao uruguaio Neymar e Mbappé. Junção de um trio explosivo de atiradores de elite e o resultado está à vista: 43 golos , com o tridente da frente a ter ‘culpa’ em 58,1% dos golos marcados, ou seja, 25.

Esmagadora na Liga dos Campeões, a equipa do PSG já faturou por 12 vezes e sem sofrer qualquer um. A última vítima foi o Anderlecht do português Josué, com os três primeiros golos a serem apontados pelos três do costume, acabando Di María por fechou as contas do jogo. Os números mostram a capacidade concretizadora do PSG. Na Europa, a equipa de Unai Emery é a que mais marca. Depois segue-se o super Manchester City de Pep Guardiola e o Nápoles de Sarri.

Por esta altura, a cumplicidade é perfeita entre Cavani, Neymar e Mbappé, com o brasileiro a garantir que quer ajudar o francês a crescer. "Mbappé é como um filho para mim. Acho que é o meu menino de ouro, que faz coisas muito boas. É um grande jogador. Ele tem todas as qualidades para se transformar num dos jogadores mais importantes do Mundo. Sou fã dele. Vou ajudá-lo o melhor que puder. Espero fazer por ele o que Leo Messi fez por mim no Barcelona", frisou Neymar, citado pelo ‘Esporte Interativo’.

Josué: "São jogadores que não falham"

O Anderlecht foi a última vítima do demolidor PSG. Um jogo que os belgas perderam por 4-0, na 3ª jornada do Grupo B, mas que ficará para sempre guardado na memória de Josué. "Foi um sonho tornado realidade. Claro que o resultado não era o que queria. Olhando para o que foi a minha carreira, o que sonhei, o que ambicionei e o que está a acontecer, sou muito grato. Sempre sonhei jogar a Champions e logo contra o PSG ainda mais bonito fica na minha história. Jogar contra Neymar, Mbappé, Cavani... foi inesquecível", garantiu Josué a Record.

Para o central português, o PSG está "numa fase muito forte, com os jogadores muito confiantes". Josué confidenciou ainda o que os jogadores do Anderlecht falaram depois do encontro. "Estávamos a comentar no fim do jogo: há o futebol normal e depois há isto. Não há melhor que aquilo. São jogadores que executam e não erram. Eles não falham. Não falham passes, não falham receções, nada. Fazem o futebol parecer fácil, fisicamente até. Muito rápidos, explosivos. Não há segredos para eles, parece que já jogam juntos há muitos anos", garantiu.

Por André Ferreira
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