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Avançado do Lyon rejeita qualquer maldade no gesto que originou a invasão de campo em Saint-Étienne
Um dia depois de ter assumido um protagonismo inusitado ao festejar o quinto golo no triunfo do Lyon em Saint-Étienne, por 5-0, de forma considerada provocadora, originando uma invasão de campo por parte dos adeptos da casa, Nabil Fekir garantiu esta segunda-feira que os seus festejos não tiveram qualquer maldade ou premeditação.
"Vi e ouvi tudo o que se escreveu e disse. Fizeram disto uma espécie de assunto de Estado, apesar de a própria celebração não ser nada de especial. Pelo menos para mim. De modo algum mostrou maldade da minha parte. Não houve nada de premeditado naquele gesto. Após marcar, decidi celebrar o meu bis dessa maneira. Depois, houve consequências e isso é lamentável", adiantou o internacional francês ao 'L'Équipe'.
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De qualquer forma, não se sente responsável pela invasão de campo que se seguiu. "Aqueles que alimentam esse debate sobre a minha responsabilidade não sabem o que é um dérbi entre Lyon e Saint-Étienne. É um jogo especial para toda a região. Nós representamos o nosso clube, os nossos adeptos e a nossa cidade numa rivalidade que existe há muito tempo. E, no domingo, marcámos a nossa posição", acrescentou.
Questionado sobre o facto de os seus festejos terem imitado algo que Lionel Messi e Cristiano Ronaldo também já fizeram, e precisamente em casa dos maiores rivais dos seus clubes - nos clássicos entre Barcelona e Real Madrid -, Fekir rejeitou qualquer relação. "Não estou aqui para me comparar com esses jogadores", lembrou o avançado que está em grande forma, como o demonstra o facto de ser um dos três nomeados para melhor jogador de outubro na Ligue 1 - os outros são o uruguaio Edinson Cavani (PSG) e o brasileiro Luiz Gustavo (Marselha).
O capitão do Lyon ainda admitiu ser possível que um rival possa fazer o mesmo no estádio da sua equipa. "Querem que eu diga o quê? Todos são livres para celebrar um golo como entenderem. Depois, é verdade que algumas pessoas são mais suscetíveis e aceitam menos do que outros este tipo de celebrações", concluiu.
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