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Le Graët, cujo mandato terminaria em 2024, já estava afastado do cargo desde 11 de janeiro, substituído interinamente por Philippe Diallo, na sequência de comentários pouco respeitosos sobre o antigo futebolista internacional francês Zinédine Zidane.
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O advogado de Noël Le Graët, que esta terça-feira se demitiu da presidência da Federação Francesa de Futebol (FFF) após meses de polémica, acusou hoje a ministra do Desporto, Amélie Oudéa-Castéra, de "mentir" sobre as alegações de assédio sexual.
"Vamos pedir que seja anulado este relatório [de uma auditoria à FFF], que viola todos os princípios de imparcialidade, de processos adversários, ante os juízes administrativos", declarou Thierry Marembert.
O advogado anunciou a intenção de processar Oudéa-Castera por difamação, quanto às alegações de assédio sexual, no dia em que o dirigente, de 81 anos, se demitiu da FFF, a que chegou em 2011, 13 dias depois da publicação dos resultados de uma auditoria pedida pelo ministério do setor que conclui que este não tem legitimidade para seguir no cargo.
Le Graët, cujo mandato terminaria em 2024, já estava afastado do cargo desde 11 de janeiro, substituído interinamente por Philippe Diallo, na sequência de comentários pouco respeitosos sobre o antigo futebolista internacional francês Zinédine Zidane.
Em 17 de janeiro, a justiça francesa anunciou a abertura de uma investigação a Le Graët por suspeitas de assédio moral e sexual, após o depoimento de Sonia Souid, representante de vários jogadores internacionais gauleses.
Le Graët reagiu em comunicado à abertura da investigação, denunciando as "numerosas interferências e pressões políticas", em especial por parte da ministra dos Desportos, Amélie Oudéa-Castera, e desmentindo todas as acusações de assédio moral ou sexual ou quaisquer outros ilícitos criminais.
A gestão de Noël Le Graët foi marcada por várias polémicas, nomeadamente ao nível da gestão, acusações de racismo e xenofobia, e agudizou-se com a realização da auditoria à FFF e com as críticas recentes a Zidane.
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