Timothy Weah estreia-se no PSG e quer repetir a carreira do pai

Jovem de 18 anos é filho de George Weah, Bola de Ouro em 1995 e atual presidente da Libéria

Pouco mais de uma semana depois de ter celebrado o 18º aniversário (a 22 de fevereiro), Timothy Weah recebeu este sábado um presente (atrasado) de Unai Emery. É que o jovem avançado estreou-se na Ligue 1 com a camisola do PSG, seguindo assim as pegadas do seu ilustre pai, George Weah, Bola de Ouro em 1995 e atual presidente da Libéria, que jogou nos parisienses entre 1992 e 1995.

Sem o habitual tridente atacante - Neymar foi operado este sábado ao pé direito, enquanto Cavani e Mbappé acabaram por ser poupados para o jogo com o Real Madrid, na terça-feira -, Timothy foi lançado às ‘feras’ aos 79’ do encontro com o Troyes, que o PSG venceu por 2-0. Uma estreia que surge quase 23 anos depois de o seu progenitor ter deixado o clube da Cidade Luz para rumar ao Milan. Curiosamente, George Weah tinha chegado a Paris no verão de 1992, contratado pelo português Artur Jorge, então técnico do PSG, ao Monaco.

"Estou muito feliz por ter disputado o meu primeiro jogo com a equipa principal. Tudo correu bem à equipa, com todos estes grandes jogadores. Espero voltar a ter oportunidades e conseguir marcar golos. Sinto-me bem na equipa, parece que já jogo com eles há anos. Quando cheguei disseram para não ter pressão, para jogar e nada mais. E tudo correu bem", salientou no final do encontro o promissor avançado, que nasceu em Nova Iorque e jogou o último Mundial sub-17, em outubro de 2017, pelos Estados Unidos.

Mas Timothy não escondeu que a ambição é chegar muito mais longe. "Não sinto nenhum peso de ter o nome Weah na camisola. Muito pelo contrário, isso motiva-me e dá-me vontade de fazer igual ao meu pai. Ele foi um grande jogador deste clube, conseguiu grandes feitos e quero ter a mesma carreira que o meu pai. Agradeço o treinador e a equipa técnica pela oportunidade. Agora quero é jogar novamente e marcar golos", salientou o jovem jogador, acrescentando: "Só falei com a minha mãe, que me disse para jogar como eu sei e para não ter medo. Depois vou falar com o meu pai." 

E ainda deixou uma palavra de confiança em relação ao encontro de terça-feira, no qual o PSG vai tentar a reviravolta para se apurar para os quartos-de-final da Liga dos Campeões. "O jogo frente ao Real Madrid vai ser muito importante, é uma grande equipa. Acho que não vou ser convocado mas se fosse, seria um dia maravilhoso. Acredito na nossa equipa. Tenho confiança e acho que vamos ganhar", concluiu o avançado, que está no PSG desde 2015.

Por Marco Martins
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de França

Notícias

Notícias Mais Vistas

Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.