Vitinha quer chegar ao nível de Mbappé, aborda chamada de Pauleta e revela: «Assustava-me é se não jogasse no FC Porto»

Médio concedeu primeira entrevista como reforço parisiense

• Foto: PSG
Vitinha concedeu a primeira entrevista como reforço do Paris Saint-Germain. O médio ex-FC Porto falou do presente e do futuro, perspetivou uma Ligue 1 "muito física e com muita velocidade no jogo" e garantiu que assinar pelos parisienses não o assusta.

"Assustava-me é se não estivesse a jogar no FC Porto ou se não estivesse a jogar onde estivesse. Isto é o que toda a gente sonha, só me deixa feliz. Não me assusta de todo", começou por referir à RMC Sport, afastando também uma preocupação quanto ao preço que o PSG pagou pelo seu passe: mais de 41 milhões de euros.

"Não olho a isso, isso o mercado é que dita. Não me posso concentrar nisso nem devo", adiantou. Quem fez força para que o jovem jogador rumasse a Paris foi Pedro Pauleta, antigo avançado do PSG e atual vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol. "Posso confidenciar que me ligou. Foi incrível e muito simpático. Ofereceu toda a ajuda possível se eu precisar. Falei também com o Danilo e Nuno Mendes. Irei falar mais porque surge sempre uma dúvida sobre a casa ou o carro", revelou.

Vitinha, de 22 anos, garantiu que "hoje é um jogador bem mais completo" depois de ter progredido no último na reação à perda da bola e no aspeto defensivo. "Tenho de estar preparado para todos os cenários. Ninguém quer ser suplente, mas só jogam 11", referiu.

O internacional português garantiu também ter tido "boas primeiras impressões do novo treinador, Christophe Galtier, mas ainda não falaram do modelo de jogo para 2022/23.

No PSG, vai jogar com Messi depois de já ter alinhado com Cristiano Ronaldo por Portugal. Vitinha não fez opções. "Não dá para comparar esses dois. São dois monstros do futebol. Sou um dos privilegiados por poder partilhar o balneário com eles", assumiu o futebolista formado no FC Porto.

Já sobre Mbappé, Vitinha disse que é uma inspiração e que "quer chegar ao nível dele". "É um dos melhores do Mundo. Só quero poder chegar a esse nível. Estou no melhor clube para o fazer. Falta-me muito trabalho para isso. Com a ajuda de toda a equipa posso chegar aí", reiterou.
Vitinha assumiu que ter jogado no Wolverhampton terá sucedido demasiado na carreira. "Podemos dizer isso porque não marquei e não ficado marcado a minha passagem, mas posso dizer que foi muito bem. Ganhei coisas que não iria ganhar se não fosse embora. Cresci muito fora de campo. Se voltasse atrás não mudasse. Fez-me ter uma bagagem bem maior", referiu.

A Sérgio Conceição deixou muitos elogios. "Foi muito importante. Ele tinha um frase que me dizia e era engraçada mas fazia sentido. Da forma que eu jogava há dois anos, apenas daria para eu jogar em dois ou três clubes, tendo em conta a posse de bola e ser muito técnico. Faltava mais coisas. O que ele me ajudou a tirar de mim e ao meu jogo, encaixo em qualquer clube do Mundo e, certamente, no melhor clube de França", revelou também, adiantando ter "muito para aprender".
Por Flávio Miguel Silva
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