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Os roubos nas casas de Di María e dos pais de Marquinhos durante o jogo do PSG com o Nantes causaram grande tensão na equipa parisiense - que perdeu o encontro - e o jornal francês 'L'Équipe' reconstitui agora tudo o que aconteceu no estádio naquela noite.
Ao intervalo os jogadores sentiram que algo de estranho se passava. O clube já sabia o que tinha sucedido, mas as informações eram ainda escassas e esperava saber algo mais substancial antes de comunicar os assaltos à equipa.
A confirmação chegou durante a segunda parte do jogo, depois de uma troca de informações entre o subdiretor geral do PSG, Jean-Claude Blanc, e o diretor desportivo, Leonardo, que estava no estádio.
Nesse instante Leonardo deixou a tribuna e foi ao relvado falar com Mauricio Pochettino. O treinador procedeu à substituição de Di María e acompanhou o jogador ao balneário. As suspeitas dos jogadores, que algo estava a acontecer, confirmaram-se naquele instante.
O clube não sabia com detalhe o que tinha acontecido em casa do argentino, mas soube que a mulher de Di María estava muito alterada, daí a decisão de o retirar do campo, de modo a que pudesse voltar a casa o mais rapidamente possível. Nos corredores do Parque dos Príncipes viram Di María a chorar.
Na realidade Jorgelina, a mulher do futebolista, não chegou a ver os ladrões. Ela estava em casa com as filhas do casal e só deu conta do roubo depois de os larápios terem partido. Mas lembrou-se de outro roubo, quando viviam em Manchester, onde foram sequestrados em casa a meio do jantar. Um trauma que continua bem vivo na família do jogador...
Já em casa dos pais de Marquinhos o roubo foi mais violento. O pai do jogador foi agredido mas quando o PSG teve conhecimento do sucedido, a situação já estava controlada.
Polémica estará longe de terminar...
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