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Diretor desportivo não queria o treinador alemão para suceder a Unai Emery no campeão francês
A relação entre Antero Henrique e Thomas Tuchel no PSG nunca foi boa, mas nos últimos tempos as coisas complicaram-se. O diretor desportivo não queria o alemão para suceder a Unai Emery no comando técnico dos parisenses e o treinador sabe disso. Antero preferia André Vilas Boas ou Sérgio Conceição, mas o presidente Nasser al Khelaifi optou por Tuchel.
"Devo admitir que estou à espera dele já há alguns dias, mas nunca chega. Procuro-o no duche, na sala dos massagistas, junto dos porteiros e nunca o encontro", disse recentemente o treinador sobre o português, declarações que espelham bem o clima de tensão que existe entre ambos.
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O jornal catalão 'Sport', que enumerou alguns dos motivos desta fricção, conta que a formação do plantel foi uma espécie de campo de batalha. Tuchel começou com uma equipa que incluía 11 defesas, 8 médios e 6 avançados, mas o técnico considerou que precisava de mais jogadores para o meio-campo, que não lhe foram concedidos. Fez uma série de adaptações até janeiro e no mercado de inverno o PSG 'comprou' Paredes ao Zenit. Mas precisava de outro, mas não houve acordo.
E por falar em médios, um dos problemas prende-se com Adrien Rabiot. O jogador, que está há muito na mira do Barcelona, recusa-se a renovar o contrato com o PSG. Antero Henrique não tem uma boa relação com o jogador ou com o seu empresário e nem a intervenção de Nasser Al Khelaifi resolveu a situação. O diretor desportivo quer castigá-lo e colocá-lo a treinar à parte; Tuchel diz que precisa de um médio e pretende incluí-lo no grupo já este mês.
A contratação de Frenkie De Jong foi um fiasco atribuído a Antero Henrique. O jovem holandês era pretendido pelos parisienses que, segundo consta, ofereciam as comissões mais altas a todos os envolvidos no negócio. Mas o jogador do Ajax acabou por se comprometer com o Barcelona, depois de uma 'simples' viagem do presidente Josep Maria Bartomeu a Amesterdão.
A Liga dos Campeões costuma agudizar os conflitos internos no PSG a partir do momento em que a equipa é eliminada, o que ainda não aconteceu. O clube não tem rival à altura internamente e aposta todas as fichas na Champions.
Na próxima eliminatória vai defrontar o Manchester United sem Neymar. O jogador brasileiro sofreu uma fratura no quinto metatarso do pé direito e o clube queria que o avançado fosse operado, à semelhança do que sucedeu no ano passado por esta altura. Acontece que a CBF discordou e entendeu que o mais acertado seria avançar com um tratamento conservador. 'Ganharam' os brasileiros e Neymar só regressa aos relvados em meados de abril...
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