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Presidente da LaLiga considera que "não é necessário que o clube detenha tanto poder"
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Javier Tebas, presidente da LaLiga, refletiu sobre a influência que o PSG tem em França. Em entrevista ao conceituado 'L'Équipe', o dirigente espanhol considerou que o poder dos parisienses se baseia no "silêncio" dos outros clubes.
"Vejo que o PSG desempenha um papel fundamental nos media, sobretudo através da 'beIN Sports'. Oiço o que dizem alguns clubes. Mas o poder do PSG baseia-se no silêncio dos outros. O silêncio gera cúmplices. O PSG tem poder porque os outros se calam. Por outras palavras, se o PSG tem tanto poder, é porque a maioria dos clubes não diz nada, porque não se atreve. Na minha opinião, esta dinâmica deve ser quebrada no futebol francês. Isto não significa que o PSG deixe de ser a melhor equipa de França nem que deixe de ser competitivo. Mas não é necessário que detenha tanto poder", referiu Javier Tebas.
Além disso, Javier Tebas esclareceu os conflitos com Nasser Al-Khelaïfi, presidente do PSG: "Não lutei contra o PSG enquanto clube, mas sim contra algumas das suas práticas, especialmente o incumprimento do fair play financeiro. Este clube é histórico. Existia antes da chegada de Nasser Al-Khelaïfi e é parte integrante da história do futebol europeu e francês. Lutamos contra estas práticas, seja o clube propriedade de um estado ou não. Dá-se o caso de os clubes-estado, como o PSG e o Manchester City, terem gerado perdas colossais ano após ano. O PSG parece ter endireitado o rumo recentemente. Pelo menos, parcialmente. Vai num bom caminho. Mais vale tarde do que nunca. Além disso, também posso criticar o modelo de futebol europeu e global que Al-Khelaïfi defende. Não estou de acordo com ele".
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