Proibido de jogar em Itália por causa do desfibrilhador subcutâneo, que passou a utilizar depois de sofrer uma paragem cardíaca durante o Fiorentina-Inter em dezembro de 2024, Edoardo Bove revelou, em entrevista ao 'Daily Mail', que José Mourinho, que o orientou na Roma, foi um dos primeiros a enviar-lhe uma mensagem para se inteirar do estado de saúde do seu ex-jogador.
"Preocupa-se com cada jogador que treina. Alguns mais do que outros! Enviou-me logo uma mensagem. Como eu não podia responder, conseguiu falar com os meus pais. Tenho uma relação inacreditável com ele. É uma pessoa muito importante para mim e para a minha família", confessou o italiano, de 23 anos, que atualmente representa o Watford, de Inglaterra.
Depois, Bove explicou aquilo que sentiu no dia em que sofreu a paragem cardíaca: "A última coisa de que me lembro é de ter caído. Acordei já no hospital sem saber o que tinha acontecido. Achei que tinha sofrido um acidente de carro. Antes de tudo isto, sentia que era um superherói. [Os médicos] Disseram-me que não poderia voltar a jogar futebol. Às vezes pensava 'então o que vou fazer?'. Foram dias muito difíceis, tudo corria mal".
"Foi difícil, mas tornou-se parte da jornada. Estou feliz pela maneira como as coisas correram e aprendi mais em um ano do que com tudo aquilo que tinha vivido anteriormente", acrescentou.
Os primeiros tempos desta 'nova vida' foram difíceis para o jovem médio, que admitiu mesmo que o desfibrilhador "muda o aspeto físico" de uma pessoa: "No primeiro mês, é difícil dormir de lado. Quando te olhas ao espelho e vês que estás diferente, pode doer. A mim, não doeu. Nunca me senti desapontado. Sou um sortudo por ter vivido algo assim na idade perfeita. Tinha 22 anos e maturidade suficiente para perceber o que realmente significava, bem como a energia e a força de um jovem", concluiu.
Depois de mais de um ano fora dos relvados, Bove acabou por trocar, a custo zero, a Roma pelo Watford em janeiro deste ano. Pelo clube inglês leva já oito jogos oficiais, com um golo marcado.
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