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Mourinho espia Gacinovic

• Foto: Reuters

Mourinho anda de olho em Mijat Gacinovic. Impressionado com o que Matic lhe tem contado sobre o compatriota, o treinador do Manchester United rumou 6ª feira a Viena para observá-lo no Ernst Happel. O extremo foi titular, mas não evitou que a Sérvia perdesse (2-3) com a Áustria na fase de qualificação do Mundial. O Special One entrou mudo e saiu calado, desconhecendo-se o que ficou ele a pensar deste jovem de 22 anos, que está ligado até 2021 ao Eintracht Frankfurt, onde atuou com o agora benfiquista Seferovic.

Drulovic dá a Record algumas pistas sobre o rapaz que fez Mou ir a Viena. "Foi campeão europeu de sub-19 em 2013. Eu era o treinador! Depois foi campeão mundial de sub-20 em 2015 [com o benfiquista Zivkovic], então já sob a direção de Veljko Paunovic. É um dos poucos que esteve presente nos dois grandes êxitos do futebol da Sérvia. Pertence à geração de ouro, está habituado a ganhar", diz o técnico da seleção de sub-19 dos Emirados Árabes Unidos.

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Mijat respira futebol desde o berço. "O pai dele também era futebolista, sendo agora técnico adjunto no Spartak Subotica. Como é, então, o jogador seguido pelo United? É um extremo muito rápido e tecnicamente evoluído. Tem larga margem de progressão. Joga preferencialmente com o pé direito, mas atua em qualquer dos flancos. Além de um excelente jogador, é um excelente rapaz. Gosto imenso dele!", afirma Drulovic, já com o pensamento focado no duelo entre os EAU e Omã, agendado para o dia 31 e respeitante à fase de qualificação do Campeonato Asiático de sub-19.

Drulovic: «É parecido com o Martial»

Drulovic crê que Gacinovic está preparado para dar o salto em direção à Premier. "Quem é titular na Bundesliga tem condições para dar novo passo em frente. Com quem se assemelha ele? É um pouco parecido com Martial. Há muitos clubes de olho nele [um deles é o Bayern], mas se for para o United terá o apoio de Matic", anota.

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A notícia que corre na Sérvia não é a do interesse do United em Gacinovic, mas a do apuramento para o Mundial. "A Sérvia precisava de voltar a uma grande competição para recuperar o tempo perdido. A presença na prova fará mexer o país. Irá gerar mais investimento. Pode ser que se consiga finalmente construir um estádio novo. Até onde pode chegar a Sérvia? Não é favorita, mas tentará dar algumas alegrias ao povo", vinca Drulo.

Por Nuno Pombo
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