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José Mourinho era um homem satisfeito no final da vitória frente ao Middlesbrouh por 3-1. O treinador português tinha considerado, na antevisão a esta partida, que conquistar um ponto seria positivo, por isso não podia desejar melhor do que a vitória conquistada.
"Estou super feliz! Os meus rapazes tiveram uma atitude magnífica e acho que os fiz sentir-se importantes e que confio neles. Organizámos a equipa de maneira a chegar aqui e fazer o que fizemos até ao segundo golo: defender bem, não sofrer golos, ser perigosos no contra-ataque e jogar com os jogadores mais rápidos na frente. Até ao 2-0 foi o jogo que quisemos e queríamos esse resultado", começou Mourinho por analisar, antes de identificar o que mudou e que permitiu o golo do Boro.
"Depois disso, eles adotaram um jogo mais direto, ajustaram-se. Começaram a atirar muitas bolas para a grande área e nós colocámos mais um defesa para lidar com a nova situação. O nosso erro foi que os deixámos pressionar a nossa linha defensiva, talvez por algum cansaço… O Smalling e o Jones deixaram o jogo chegar à nossa grande área. Não tivemos muitos problemas, não me lembro de o David De Gea fazer uma defesa, mas a realidade é que, nos últimos 10/15 minutos, a bola esteve na nossa zona de perigo e eles mantiveram-se dentro do jogo até ao final por causa disso".
Mourinho saiu de campo algo preocupado, mas explicou que é algo habitual em si mas, neste caso, especialmente por causa da forma como o jogo esteve aberto até ao final.
"Estou sempre preocupado, especialmente quando falhamos oportunidades como fizemos na primeira parte para conseguir um resultado mais volumoso. O jogo estava aberto e qualquer coisa pode acontecer com o futebol direto e com jogadores altos como os deles, que estão habituados a chegar à área e a lutar pela bola. O jogo esteve aberto até ao final".
Sem Zlatan, a cumprir castigo, e sem Pogba, que saiu lesionado no jogo com o Rostov, José Mourinho foi obrigado a lançar Rashford e Carrick para os seus lugares. No entanto, o treinador sublinhou que confia nos jogadores e que estes corresponderam às suas expectativas.
"Estava à espera disto mesmo. Sabia que a resposta seria positiva segundo a qualidade dos jogadores. Não posso esperar que o Marcus Rashford seja o Zlatan, que o Carrick seja o Pogba ou o Ashley Young que seja o Blind", explanou, antes de enaltecer o espírito de grupo que reina em Old Trafford.
"Isto são exemplos. Eles têm as suas qualidades e o bom disto é que o grupo está unido, é um grupo de amigos, são todos bons rapazes e lutam todos uns pelos outros. No fim, o Mkhitaryan não estava apto para jogar, mas estava preparado para estar no banco, no caso de precisarmos de um golo. O Marcos Rojo não estava a 100 por cento, mas estava disponível para jogar o que pudesse em caso de necessidade. O espírito é fantástico e temos duas portas abertas para ganhar alguma coisa. Vamos tentar ganhar a Liga Europa e o quarto lugar na Premier League e depois vemos o que acontece".
José Mourinho tem apostado numa linha defensiva com três homens e hoje não foi exceção. O técnico explicou a opção e o porquê de ter feito entrar Rojo para ficar com quatro defesas novamente.
"É trabalho! E tempo! Quando digo que uma equipa, sem jogos europeus, tem mais tempo para treinar e para trabalhar, sei o que estou a dizer porque já treinei uma equipa sem jogos europeus. Precisamos de mais tempo para trabalhar. No jogo com Rostov na primeira mão da Liga Europa dedicámos muito tempo a trabalhar com apenas três defesas", justificou.
"Quando vi o Gestede entrar, sabia que é um jogador fenomenal no ar, é a sua melhor qualidade, incluindo as segundas bolas e o Negredo no meio… Com o Smalling e o Jones cansado, pensei em fazer entrar mais um jogador para ajudar. O mais importante é a atitude dos jogadores. Havia jogadores cansados, situações de perigo, faltaram-nos alguns jogadores importantes, mas eles foram com tudo até ao último segundo".
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