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A temporada 2016/17 de Wayne Rooney começou como acabara a anterior, apenas com a diferença do 'tom' das críticas aos seus desempenhos ter subido. Depois do Eslováquia-Inglaterra, a 4 de setembro, a situação tornou-se insustentável também no Manchester United e o treinador José Mourinho tirou o capitão do onze. E o internacional inglês admitiu esta terça-feira que terá de "trabalhar no duro" para recuperar a titularidade.
"Como futebolista, o que mais queres é jogar. É o meu trabalho, adoro futebol e adoro estar envolvido nele. Nesta altura não sou titular no Manchester United e tenho de trabalhar no duro para voltar ao onze e agarrar as oportunidades quando elas surgirem", adiantou esta terça-feira Rooney, em conferência da seleção inglesa, onde também paira a sombra do banco de suplentes:
"Não sei se serei titular [nos jogos com Malta e Eslovénia]. É uma pergunta que têm de fazer ao selecionador [Gareth Southgate]."
Rooney mostrou-se depois incomodado quando foi questionado quanto à posição na qual prefere jogar: "Isso está a torna-se cansativo, já respondi a essa questão muitas vezes. A resposta é a mesma de sempre, estou disponível para jogar onde o treinador entender. Nunca fiz exigências desse tipo."