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O comportamento de jogadores, elementos da equipa técnica e funcionários do Manchester City no balneário de Old Trafford após o triunfo sobre o Manchester United foi reprovado por Gordon Strachan, antigo futebolista e atual selecionador da Escócia que em declarações à estação de televisão Sky Sports afirmou que compreende a reação de José Mourinho, que pediu silêncio e respeito aos adversário, obtendo o efeito contrário, como foi relatado por diversos órgão de comunicação social britânicos.
"Compreendo [a reação de Mourinho]. A sério que consigo compreender, porque gosto de pensar que se tivesse jogadores daquela forma poderia sempre dizer-lhes, 'ouçam: ganhámos, troquem de roupa, calem-me e vão para o autocarro,", começou por enquadrar o antigo médio escocês que, entre outros clubes, representou o Manchester United.
"Acho que o maior problema se deve ao facto de no caminho pelo túnel o gabinete do diretor fica situado mesmo ao lado do balneário da equipa visitante - logo depois é o da equipa da casa", prosseguiu Strachan, admitindo depois:.
"Acredito que Pep Guardiola fez isso mesmo [mandou os jogadores para o autocarro] - a equipa técnica dele queria celebrar mas ele disse 'não, vamos embora'. Por isso, se aquilo aconteceu, duas coisas teriam lugar: primeiro ninguém teria atirado com leite [a Mourinho] e depois não teria dado 'munições' [motivos] ao treinador que estava sentado na sala ao lado."
"Se queres voltar para o teu estádio e cantar e dançar, tudo bem, mas penso que quando se está naquela zona, ainda por cima tão próximo do gabinete do treinador da equipa adversária - apesar de poderem não saber disso -, o mais provável é que aquilo [cânticos] funcione como 'energia' para os jogadores do Manchester United", encerrou o selecionador da Escócia.
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