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Teatro dos Sonhos acolhe duelo de titãs

Quando amanhã os onzes de José Mourinho e Mauricio Pochettino entrarem em Old Trafford, a grande maioria dos holofotes estarão colocados em duas figuras centrais desta edição da Premier League: Romelu Lukaku e Harry Kane. As principais decisões deste quente embate entre Man. United e Tottenham, segundo e terceiro classificados, respetivamente, embora com os mesmos 20 pontos, poderão passar pelos dois avançados, que, seguramente, vão protagonizar um verdadeiro duelo de titãs.

Do lado do Tottenham, aquele que já foi denominado pela imprensa e pelos adeptos ‘Príncipe Harry’ tem feito mais do que o suficiente para... ser coroado rei. No trono dos melhores marcadores da prova, com oito golos, Kane é, até ao momento, um autêntico seguro de vida para os spurs, que em nove jogos registaram 19 tiros certeiros. Curiosamente, além da idade e da inspiração neste arranque de temporada, os dois homens-golo partilham ainda uma preponderância semelhante em ambos os conjuntos, já que, não fossem os golos do internacional inglês, o conjunto orientado por Pochettino teria também... menos três pontos. Entende-se, por isso, que o técnico londrino possa estar a rezar para que Kane recupere a tempo de ir jogo, isto depois de ter falhado o jogo da Taça da Liga, com o West Ham.

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Português e... o amor pelos dois

Por incrível que pareça, já este mês a imprensa britânica deu conta de uma possível tentativa do Man. United em juntar Lukaku a... Harry Kane. De acordo com rumores veiculados em terras de Sua Majestade, citando mesmo fonte anónima do clube, os red devils estarão a planear forma a dupla atacante "mais temível da Europa", mesmo que essa loucura obrigue a um investimento acima dos 100 milhões de euros. Esta eventual investida pela avançado inglês poderá mesmo avançar já na reabertura do mercado.

Poder físico chegou a ser um problema

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A compleição física de Romelu Lukaku desde cedo despertou a atenção e, a dada altura, chegou a ser um problema. "A mãe dele tinha de ir para os jogos com a certidão de nascimento, pois os outros pais não acreditavam que ele tinha 12 ou 14 anos. Marcar três ou quatro golos era sempre problema... Era maior e forte fisicamente. Diziam que não tinha aquela idade e que não tinha nascido na Bélgica. Havia rumores de que tinha nascido em África. Por isso, a mãe levava a certidão e mostrava", contou o empresário do belga, Mino Raiola, ao diário sueco ‘Expressen’.

Por Fábio Aguiar
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