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Diretores e funcionários do Tottenham, excluindo elementos da equipa de futebol treinada por José Mourinho, vão sofrer um corte salarial de 20%, em consequência da suspensão da atividade devido à pandemia da Covid-19, anunciou esta terça-feira o clube inglês.
"Ontem [segunda-feira], depois de tomarmos medidas para reduzir custos, tomámos a decisão difícil - no sentido de proteger empregos - de reduzir em 20% a remuneração de 550 diretores e empregados que não jogam, de abril e maio, em concordância com o regime legal. Continuaremos a rever esta posição", indicou, em comunicado, o presidente do Tottenham, Daniel Levy.
A equipa londrina é treinada pelo português José Mourinho, que ainda tem como adjuntos, entre outros, os compatriotas Ricardo Formosinho, João Sacramento e Nuno Santos, e conta ainda no plantel com o médio português Gedson Fernandes.
Na nota publicada no site oficial dos spurs na Internet, o responsável do clube sublinha que outros emblemas tomaram medidas: "Vimos clubes como o Barcelona, o Bayern Munique e a Juventus darem passos para reduzirem os custos".
Levy indicou que José Mourinho e os jogadores da equipa de futebol também estão disponíveis para acertarem cortes nos salários.
"Esperamos que as conversas entre a Premier League [organizador do campeonato inglês], a PFA [sindicato de jogadores] e a LMA [associação de treinadores] resulte em que os jogadores e os treinadores façam a sua parte pelo ecossistema do futebol", acrescentou Levy.
O responsável do clube londrino frisou que muitas famílias vão perder entes queridos, que negócios vão ficar destruídos e muitos empregos perdidos, sendo sua incumbência proteger os seus empregados, adeptos, parceiros e o clube, para gerações futuras.
O dirigente é também um dos mais bem pagos, com um salário de quatro milhões de libras, acrescido no último ano, em que o Tottenham foi à final da Liga dos Campeões, de um bónus de três milhões de libras.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 791 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 38 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 163 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 160 mortes e 7.443 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.
Por Lusa
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