Chelsea debaixo de fogo: UEFA quer limitar duração de contratos a um máximo de cinco anos

Política de contratações dos blues tem dado origem a queixas junto do organismo

• Foto: Lusa/EPA
A UEFA vai estabelecer limites para os contratos dos jogadores depois de ter recebido, nos últimos dias, queixas de vários clubes da Premier League na sequência das mais recentes contratações do Chelsea, que levantaram suspeitas no que diz respeito ao fairplay financeiro, avança o 'Daily Mail'.

De acordo com a mesma fonte, o organismo pretende fazer com que cada jogador se possa vincular a um clube por um período máximo de cinco temporadas, sem qualquer exceção.

A contratação do extremo ucraniano Mykhailo Mudryk - que chegou do Shakhtar por 100 milhões de euros num contrato de 8 anos e meio - terá sido a gota de água e, segundo informa o jornal britânico, motivou protestos de inúmeros rivais dos blues, que consideraram que o clube utilizou métodos desleais para contornar as regras do fairplay financeiro ao distribuir a verba da transferência pela duração de contrato - no caso de Mudryk, por exemplo, esta custaria cerca de 11,7 milhões de euros por época.

O contrato do jovem, de resto, é o mais longo da história da Premier League, mas não é o único feito dentro desses moldes. Benoit Badiashile e David Datro Fofana, que também se vincularam aos blues recentemente, assinaram por sete anos e meio. No entanto, estas alterações não teriam efeito nos contratos destes jogadores, apenas naqueles que fossem contratados daqui para a frente.

Até ao momento, recorde-se, o Chelsea - onde também atua o português João Félix - já gastou mais de 450 milhões de euros em reforços desde o início da temporada.
Por Record
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