Penáltis polémicos levam Lampard a deixar 'bicada' a Bruno Fernandes
Técnico do Chelsea diz que os seus jogadores têm de ter cuidado extra
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Domingo é dia de jogo grande em Old Trafford, com Manchester United e Chelsea a defrontarem-se por um lugar na final da Taça de Inglaterra, mas a bola já começou a rolar pelo menos no que a 'mind games' diz respeito. Nesse sentido o primeiro 'disparo' foi dado por Frank Lampard, numa conferência de imprensa na qual abordou as alegadas decisões favoráveis do VAR em relação aos red devils e colocou o nome de Bruno Fernandes no centro do furacão. Tudo por causa dos penáltis assinalados por faltas sobre o português.
"Têm de ter cuidado, porque quando enfrentas jogadores deste nível, qualidade e velocidade tens de ser muito rápido para não os atingires. Tens de entender a qualidade da oposição com jogadores assim. O [Bruno] Fernandes é muito inteligente no seus movimentos. Vimos isso no jogo com o Aston Villa, quando tranformou um penálti em algo que não o era. Como jogador podemos falar das decisões do VAR e se foram certas ou não. Mas se um jogador arrasta a perna e não mexe o pé, então obviamente que vamos ter decisões discutíveis, com VAR ou sem VAR", começou por analisar.
"O que me deixa confuso é que os lances recentes, nomeadamente o de quinta-feira, é que é bem claro e óbvio que a decisão foi errada e não foi revista e mudada. Aconteceram alguns casos desses e é estranho. Gostava de pensar que o VAR tem um critério, um equilíbrio; umas vezes a favor, outras contas. Mas parece que estamos num momento em que, no que ao Manchester United diz respeito, têm tido muitos a favor...", atirou o técnico.
Curiosamente, na mesma conferência de imprensa, Lampard deixou elogios ao médio português ex-Sporting, que considerou ter sido importante na mudança de forma da equipa: "Fez uma grande diferença desde janeiro. Elevou a equipa a nível individual e coletivo. Sabemos que estão a jogar bem e têm três jogadores de enorme potencial no ataque, mas estamos confiantes e teremos de saber lidar com essas ameaças", frisou.