Alisson não pensa na Bola de Ouro

Guardião assume que não é fácil para os guarda-redes vencer este prémio

• Foto: Reuters

Figura central nas conquistas da Liga dos Campeões pelo Liverpool e da Copa América pelo Brasil, o guarda-redes Alisson Becker confessou, em entrevista à ‘Marca’, não ser fácil para um jogador da sua posição vencer a Bola de Ouro, troféu ao qual é, ainda assim, apontado como candidato. "A diferença é que um guarda-redes não marca golos, evita-os", partilhou, não esquecendo a primazia dos avançados na conquista do Ballon d’Or. "As pessoas gostam de festejar golos, que é o momento mais importante no futebol. Acho que é por isso que os avançados se destacam um pouco mais. É algo natural, mas pouco a pouco as coisas estão a mudar", acrescentou o guardião canarinho.

O futebolista de 26 anos sente-se orgulhoso por ser candidato ao troféu que premeia o melhor jogador do ano para a ‘France Football’. "Sei que não é fácil. Ainda para mais para um guarda-redes. Mas tenho a consciência tranquila. Significa que estou a fazer bem o meu trabalho e que as pessoas me valorizam", lembrou. Assim, opta por não pensar muito no assunto, mantendo o foco em ajudar os campeões europeus na temporada que se iniciou.

Olhando para a história dos vencedores da Bola de Ouro, apenas um guarda-redes, o russo Lev Yashin, arrecadou o prémio, há 56 anos, em 1963. "O feito reforça o quão difícil é para nós", sublinhou Alisson, à margem de uma conversa que também abordou a carreira e o momento que atravessa no clube e na seleção.

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