Bruno Fernandes e o vermelho: «É como se fosse a minha vida. Há dois meses diria que não...»

Médio português do Manchester United foi questionado pelos fãs dos red devils

• Foto: EPA

Bruno Fernandes esteve, esta quinta-feira, em destaque nas redes sociais do Manchester United, ao responder a questões elaboradas pelos adeptos dos red devils.

O médio português foi questionado sobre o grau de importância da cor vermelha na sua carreira, tom que agora veste em Inglaterra, ao serviço dos red devils, e ainda pela seleção portuguesa.

"Sim, o vermelho agora é como se fosse a minha vida. Se me perguntasses isto há dois meses muito provavelmente diria que não [era importante], que só seria metade, porque joguei no Sporting e, como sabem, o nosso rival é o Benfica! Mas já disse aos meus antigos companheiros no Sporting que o único vermelho que vou vestir é o do United e o da Seleção Nacional", confessou.

O "gesto perfeito" de Bruno Fernandes no dérbi de Manchester explicado pelo próprio

Objetivos

O Manchester United ainda não perdeu desde que Bruno Fernandes chegou a Old Trafford e o médio, de 25 anos, quer continuar com a boa fase no reatar das competições. Na verdade, o internacional português demonstrou que tem grandes ambições ao serviço do clube e apontou à conquista de todos os títulos na próxima época.

"Se temos só dois objetivos [Champions e Premier League]? Não! Quatro! Eu quero vencer as quatro provas, porque temos a liga, Taça, Taça da Liga e Champions. Eu vim para o United para ganhar títulos e quero vencer tudo na próxima época", realçou o ex-Sporting, referindo como se adaptou facilmente à equipa: "Temos uma mistura entre jogadores jovens e experientes, mas todos têm qualidade. Não interessa a idade e espero construir uma grande equipa! "

De resto, Bruno assume que vê o plantel "com mais fome de vencer" e até recordou uma vitória importante esta época frente ao rival City. "O jogo com o City foi especial. Assisti para o primeiro golo, mas nem foi planeado. Olhei para o Anthony [Martial], senti que estava a pensar o mesmo que eu e decidi ir pelo instinto. Logo que o árbitro apitou, assisti-o para o golo, mas podia não ter resultado... Temos de assumir sempre riscos no jogo e eu confio na qualidade dos meus colegas", apontou.

Por Sérgio Magalhães e Filipe Balreira
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