Bruno Fernandes recorda rivalidade com o irmão que o colocou na rota do Manchester United

A forma como celebra os golos foi outro dos temas abordados pelo médio português

• Foto: Reuters

Bruno Fernandes soube desde pequeno que queria ser jogador de futebol e ao 'The Players Tribune' recorda como o irmão, mais velho cinco anos, foi peça-chave para o desenrolar do seu futuro: desde o mandar ir brincar para a rua, à rivalidade entre Messi e Ronaldo.

"Graças ao meu irmão (e aos amigos) a maioria das minhas memórias de infância envolvem bola. Em Portugal, especialmente nessa época [do Euro'2004] quem gostava de futebol, vivia-o. Era a época dos jovens Messi e Cristiano Ronaldo e o auge de Ronaldinho. Onde quer que fosse, as crianças discutiam sobre quem era o melhor e claro comigo e com o meu irmão não era diferente. Eu sempre fui da equipa de Cristiano Ronaldo, o meu irmão sempre foi Messi", conta Bruno Fernandes antes de recordar um Natal especial.

"Eu e o meu irmão fomos ter com o nosso pai à Suíça, onde morava e trabalhava. Antes de existir Internet não era fácil encontrar as camisolas das equipas e em Portugal os equipamentos da Premier League ou não existiam ou eram muito caros. Um dia fomos à loja da Nike e o meu pai disse-nos para escolher dois casacos. E essa foi uma grande decisão. O meu irmão escolheu um amarelo do Barcelona por causa do Messi. E eu... tenho orgulho em dizer que já naquela época era um homem sofisticado. Eu escolhi o do Manchester United, claro. Lembro-me perfeitamente do casaco: azul com uma faixa em branco e um pouco de vermelho. Por causa do Cristiano Ronaldo a minha equipa de sonho em Inglaterra era o Manchester United", confessa o médio, que em fevereiro concretizou o sonho e transferiu-se para Old Trafford.

Bruno Fernandes falou também sobre a sua forma de celebrar os golos. O médio português diz que gosta de ouvir as críticas e que foi a imitar a filha, que tapava os ouvidos, fingindo não estar a ouvir quando os pais lhe pediam para arrumar os brinquedos, que começou também a fazê-lo: "Achei engraçado e comecei a celebrar com as mãos a tapar os ouvidos. Ela percebeu que tinha significado, que era para ela e agora quando me esqueço ou as câmaras de tv não filmam essa parte, ela pergunta-me logo quando chego a casa", conta.

Por Record
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