«Estava a atirar garrafas por todo o balneário»: quando Wenger perdeu a cabeça

Aladiere revela episódios de fúria do treinador francês

• Foto: Reuters

Arsène Wenger, treinador que orientou o Arsenal de 1996 a 2018, era conhecida pela sua postura tranquila, mas neste espaço de tempo, nem sempre conseguiu manter a calma. Jérémie Aladière, antigo avançado dos gunners, Wolverhampton e Lorient, passou várias épocas sob o comando do técnico francês e conta alguns episódios em que este perdeu a cabeça, como quando na temporada 2000/01, o Arsenal perdia com o Man. United ao intervalo, por 5-1.

"Ficou louco. Fomos esmagados na primeira parte. Cole e Yorke estavam a matar-nos. Quando o vi enlouquecer assim. Estava a atirar garrafas por todo o balneário, estavam a voar por toda parte. Gritava e falava mal, mas não com ninguém em particular. Ele não queria que ninguém apontar o dedo a ninguém, mas ficou louco por cinco minutos ", revela o antigo avançado ao portal 'Goal', ele que estava presente, mas que não tinha sido convocado para essa partida.

Os telemóveis eram outro motivo para Wenger perder a cabeça. De acordo com o ex-jogador francês, de 37 anos, o técnico preferia que estes ficassem nos carros ou, se fossem para o balneário, pelo menos que estivessem desligados ou em silêncio. 

"Um dia entrou no balneário e começou a dar-nos uma palestra, quando tocou o telefone do Sylvain (Wiltord), bem alto. Além disso, ele atendeu a chamada. Wenger ficou louco e começou a gritar e  multou-o. Nessa altura, havia alguma tensão entre ambos e, por isso, para o Wiltord era igual e continuou a conversa por telefone. Estava louco", recorda o antigo jogador, frisando, ainda assim, que estas não eram situações normais com o treinador da Alsácia, que o contratou quando este ainda era juvenil do ClaireFontaine.

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