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Dirigente explica alguns dos processos de transferência dos últimos anos
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Não é todos os dias que um dirigente assume negócios falhados. Especialmente quando se tratam de alguns dos melhores jogadores da atualidade. Matthew Benham, dono do Brentford, foi ao baú de memórias e assumiu, sem rodeios, o nome dos craques que deixou escapar, por este ou aquele motivo, nos últimos anos.
“Vamos ter sempre alguns arrependimentos. Podíamos ter contratado o Eberechi Eze por 5 milhões. Acho que foi em 2019. E há três anos também podíamos ter conseguido o Omar Marmoush a custo zero”, iniciou.
“No ano em que fomos promovidos à Premier League, estivemos a observar dois jogadores de forma muito intensa. Um deles era o Mudryk. Era um bocado complicado conseguirmos acordo, mas lembro-me que esteve em cima da mesa a hipótese de ficar com ele por 25 milhões de euros”, destacou sobre o ucraniano.
“Finalmente o Michael Olise. Os dados de observação dele eram impressionantes, uma coisa do outro mundo. Mas tínhamos acabado de conseguir a promoção e ainda não estávamos habituados aos valores loucos de transferências na Premier League. A percentagem do agente era tão insanamente alta que parámos imediatamente”, rematou.
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