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Treinador português diz, no entanto, estar a ponderar ainda o convite e manifesta desejo de voltar
Jorge Jesus admitiu que esteve este fim de semana em Inglaterra, como Record adiantou, a negociar a sua transferência para a Premier League. À CMTV no Aeroporto Humberto Delgado, o técnico português não quis revelar o nome dos emblemas em causa, dizendo apenas que vai ponderar este novo projeto.
"Fui agendar com o meu empresário, Pini Zahavi, algumas possibilidades que possam abrir na Europa. Posso escolher e se não gostar do que me apresentarem não trabalho, pelo menos até janeiro... Se quisesse podia começar já a trabalhar em maio com uma equipa, tive essa possibilidade. Está numa situação difícil na tabela da Premier League e supostamente é capaz de descer de divisão. Está enrolado com mais cinco, seis equipas. Não disse que não, disse que ia pensar e é o que vou fazer mas não é a minha prioridade", começou por dizer Jesus, recusando confirmar se se trata do Fulham ou do Newcastle.
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Questionado sobre a possibilidade de voltar ao Sp. Braga, negou haver qualquer convite: "Tenho uma história bonita com o Sp. Braga, o único título internacional que tenho conquistei lá, foi a Taça Intertoto. Trabalhei com António Salvador, que fez crescer o Sp. Braga em infraestruturas ao nível de Benfica, FC Porto e Sporting. Mas comigo ninguém falou. Concretamente, só um clube falou comigo, aquele com quem estive este fim de semana."
Portugal como objetivo principal
Apesar da possibilidade Inglaterra, Jesus voltou a frisar que quer voltar a Portugal mas sem querer colar-se a nenhuma formação, apesar de o seu nome ter sido apontado ao Benfica no início do ano, aquando da saída de Rui Vitória
"Se não for em maio, não me importo de ficar até janeiro sem trabalhar. Se quero trabalhar em Portugal, o Benfica é uma possiblidade mas não quero que o meu nome seja um meio de desestabilização. Todos estão a decidir objetivos difíceis e não quero fazer parte de nada que não é verdade. A verdade é que estou sem trabalhar, mas porque quis sair da Arábia Saudita, onde me propuseram voltar. Vou estar sereno e a tentar perceber o que pode acontecer, mas tenho um feeling... acho que vou trabalhar num sítio de que ninguém fala (risos). Mas a minha preferência é Portugal. Se puder quero acabar a carreira em portugal."
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