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Histórico jogador do Manchester United faleceu este sábado
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O príncipe William e o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, asseguraram a imortalidade do antigo futebolista Bobby Charlton, que morreu este sábado aos 86 anos.
"Campeão mundial. Cavalheiro. Lenda. Um verdadeiro gigante que vai ser lembrado para sempre. Obrigado, sir Bobby", escreveu o príncipe William, que também é presidente da Federação Inglesa de Futebol, numa publicação na rede social X (antigo Twitter).
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Igualmente elogioso foi o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, com uma publicação na mesma rede social: "Bobby Charlton ocupa um lugar na história entre os maiores jogadores do futebol e era imensamente amado. Descanse em paz, sir Bobby".
"As palavras nunca serão suficientes. Lamentamos a perda (...) de uma lenda do futebol, cujo impacto atravessou várias gerações", escreveu o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
O francês Eric Cantona, também antiga glória do Manchester United, dirigiu-lhe elogios: "Descansa em paz, sir Bobby Charlton. Um dos maiores de todos os tempos".
"Ele foi, para mim, o melhor jogador inglês de todos os tempos. Ele não pode continuar entre nós, mas vai continuar imortal no mundo do futebol. Descansa em paz, sir Bobby", afirmou Gary Lineker, antigo internacional inglês, melhor marcador do Mundial1986, em declarações à BBC.
Robert Charlton nasceu em 11 de outubro de 1937, em Ashington, e chegou em 1954 aos red devils, clube no qual permaneceu até 1973, antes de rumar ao Preston North End (1973/74) e de terminar a carreira nos irlandeses do Wateford (1975).
Irmão do também campeão do mundo em 1966 Jack Charlton, Bobby Charlton foi, juntamente com o treinador Matt Busby, um dos sobreviventes do acidente aéreo que vitimou oito jogadores do Manchester United, em Munique, em fevereiro de 1958.
Charlton esteve na reconstrução do Manchester United alcançando os títulos de campeão inglês em 1964/65 e 1966/67 - juntando-os ao cetro de 1956/57 - e a Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1967/68, marcando dois dos golos da vitória por 4-1 frente ao Benfica, na final, em Wembley.
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