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'Daily Mail' explica que "obsessão" do treinador português com substituições continua a ser incompreensível
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O Manchester United tem apresentado claras melhorias ao longo dos últimos jogos, mas nem tudo tem convencido adeptos... e não só. Num artigo publicado esta segunda-feira no 'Daily Mail', Ian Ladyman, figura importante daquele meio de comunicação, deixa muitas críticas a algumas das mais recentes "decisões criminosas" de Ruben Amorim, dando a entender que o técnico continua a reagir de forma impulsiva ao invés de pensar nas consequências que as suas decisões podem ter.
"O treinador do Manchester United continua a receber todo o apoio possível e guiou a equipa a uma série de jogos sem perder. Bons progressos. Mas continua a deixar as pessoas admiradas com a sua obsessão com substituições. A sua tendência de retirar um ponta-de-lança em muitos jogos ainda é estranha. Parece que ainda não percebeu bem quais são as melhores combinações. No jogo com o Tottenham, deixou a equipa exposta por ter feito muitas substituições numa fase precoce. Fez cinco alterações nos primeiros 27 minutos da 2.ª parte e acabou o jogo com 10 homens, após a lesão de Benjamin Sesko. Com menos um, o United sofreu um golo e quase perdeu o jogo. Na era das cinco substituições, é criminoso ficares vulnerável e exposto a lesões desta maneira. E se um jogador se tivesse lesionado logo um minuto depois [das alterações]? O United ficaria quase meia hora em inferioridade numérica...", pode ler-se no artigo em questão.
No empate acima referido (2-2), Ruben Amorim realizou, na verdade, quatro substituições até ao minuto 72 e a última aos 80', quando Diogo Dalot entrou para o lugar de Patrick Dorgu. Ainda assim, não deixa de ser verídico que Benjamin Sesko , que havia entrado aos 58', saiu tocado meia hora depois, aos 88'. O United sofreu o golo da reviravolta aos 90'+1, mas conseguiu chegar novamente ao empate, aos 90'+6, fruto do heróico tento do central Matthijs de Ligt.
Recorde-se que o Manchester United ocupa, à 11.ª jornada da Premier League, o 7.º lugar com 18 pontos. O líder Arsenal soma, por esta altura, 26.
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