Wenger vai apertar a mão a Mourinho e até já deixa 'recados'

"O ano passado quem nos matou foi Rashford portanto não vamos especular sobra qualquer fraqueza do United"

• Foto: Reuters
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O treinador do Arsenal, o francês Arsène Wenger, desvalorizou esta quinta-feira o reencontro com José Mourinho, no jogo de sábado em casa do Manchester United sublinhando que cumprimentará o treinador português.

"Não tenho que descrever a nossa relação. Ele lutará pela sua equipa e eu pela minha, é completamente normal. [Em relação a um aperto de mãos] Claro que sim. Respeito o ritual, tão importante na Premier League", justificou Wenger.

A rivalidade entre os dois treinadores é conhecida desde o tempo em que Mourinho orientou da primeira vez o Chelsea, mas Wenger procurou colocar o foco no jogo, da 12.ª jornada, que se disputará em Old Trafford.

O responsável dos gunners relativizou também se esta seria a melhor altura para vencer uma equipa de Mourinho, quando o Arsenal é quarto, a 2 pontos da liderança, e o Manchester United sexto, a oito.

"Não perdemos sempre. Já as batemos [equipas de Mourinho] e já houve muitos empates também. Penso que já ganhei contra cada um dos treinadores mundiais ao longo da minha carreira de 20 anos aqui e isto não é uma competição entre treinadores".

O técnico disse ainda entender que as pessoas gostem de criar controvérsia, mas pensa que não é isso que dá audiência.

"O que dá audiência é a qualidade do jogo", disse, reiterando que é um embate de alto nível, com as duas equipas, das vezes que se defrontaram, a terem um historial de vitórias e derrotas em cada um dos lados.

Não está Ibrahimovic, mas estão outros...

Questionado sobre a ausência de Zlatan Ibrahimovic no jogo de sábado, o treinador do Arsenal preferiu colocar o foco não em quem falta, mas em quem está e pode causar dor de cabeça.

"Claro que eles preferiam tê-lo em jogo, mas não vamos esquecer que no ano passado quem nos matou foi [Marcus] Rashford portanto não vamos especular sobra qualquer fraqueza do Manchester United", afirmou.

E prosseguiu: "Claro que Rashford foi uma surpresa, mas para mim foi menos porque tinha-o visto na seleção [jogou nessa semana], ele marcou e vi que ele podia ser perigoso. Ele apanhou toda a gente de surpresa porque ninguém o conhecia em Inglaterra".

Autor: Sofia Lobato com Lusa

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