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Dele Alli abriu o livro, e o coração, numa conversa com Gary Neville no podcast 'The Overlap'. Além de ter confessado que esteve 6 semanas numa clínica de reabilitação, o jogador do Everton contou alguns factos da sua infância que podem justificar os problemas psicológicos e do foro mental por que passa hoje em dia.
"Não falo muito da minha infância, mas houve alguns acontecimentos que permitem entender algumas coisas", explicou o internacional inglês a Gary Neville. "Quando tinha 6 anos fui abusado por um amigo da minha mãe que parava muito lá em casa. Porque a minha mãe era alcoólica. Aconteceu aos 6 anos."
Sem evitar as lágrimas, continuou: "Fui enviado para África, para aprender disciplina, depois mandaram-me de volta. Aos 7 comecei a fumar e aos 8 vendia droga. Uma pessoa mais velha disse-me que eles [a polícia] não iam mandar parar um miúdo numa bicicleta, por isso andava com a minha bola e com as drogas. Aos 11 fui pendurado numa ponte por um tipo."
Mas depois as coisas melhoraram... "Aos 12 fui adotado por uma família incrível, não podia pedir melhores pessoas para fazerem o que eles fizeram por mim. Se Deus criou as pessoas, então criou-os a eles. Eram fantásticos, ajudaram-me muito. Mas era difícil abrir-me porque sentia que era fácil para as outras pessoas verem-se livres de mim... Tentei ser o melhor miúdo possível para eles. Fiquei dos 12 até começar a jogar profissionalmente, aos 16. Tudo começou a partir daí."
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