Guardiola cada vez mais só: além de Carlos Vicens, perde mais dois adjuntos

Guardiola reage no banco de suplentes
• Foto: Lusa/EPA

Além de procurar reforços para o plantel, o Manchester City terá de se dedicar este verão a encontrar novos adjuntos para Pep Guardiola. Além de , os citizens anunciaram esta 4.ª feira a saída de Juanma Lillo e Iñigo Dominguez.

No caso de Lillo, esta não é a primeira vez que interrompe a ligação com Guardiola. O espanhol, de 59 anos, começou a trabalhar como assistente do compatriota em 2019, já em Manchester. Em 2022, saiu para assumir o comando do Al Sadd do Qatar - sucedendo a Xavi Hernández. Em 2023, 'reatou' com Pep e agora deverá retomar o seu trajeto como principal.

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Quanto a Domínguez, tinha sido trazido precisamente por Lillo para o Etihad, depois de ter sido seu adjunto no Al Sadd.

Na realidade, perder adjuntos tem sido algo frequente na carreira de Guardiola. Enzo Maresca e Mikel Arteta, os atuais treinadores de Chelsea e Arsenal, respetivamente, são os exemplos mais conhecidos, depois de terem trabalhado com o catalão, ambos no Man. City. Além deles, também Domènec Torrent, seu parceiro durante 10 anos, no Barcelona (incluindo equipa B), Bayern Munique e Man. City, saiu da sombra em 2018 e seguiu o seu próprio percurso, encontrando-se no México a orientar o Monterrey.

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Há ainda o caso de Nicolas Jover, assistente no City entre 2019 e 2021, que trocou Pep por Arteta, quando este assinou pelo Arsenal.

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