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O treinador do Manchester City, o espanhol Pep Guardiola, afirmou que o atual calendário de jogos só poderá mudar com a intervenção dos próprios futebolistas, os únicos que são "realmente importantes" para a modalidade.
"Os jogadores é que são realmente importantes. São os únicos importantes. O negócio pode dispensar treinadores, diretores, dirigentes, meios de comunicação, empresários e proprietários, mas sem jogadores não há jogo", afirmou Pep Guardiola, na conferência de imprensa de antevisão do encontro de domingo do City frente ao Arsenal, da Liga inglesa.
Já durante esta semana, o espanhol Rodri, que atua precisamente nos 'citizens', assumiu a possibilidade dos jogadores entrarem em greve devido ao aumento do número de jogos em cada temporada.
"São os únicos que podem mudar qualquer coisa. São os únicos que se podem expressar. Se algo precisa de mudar, tem de partir dos jogadores", referiu.
Em 2024/25, O Manchester City poderá disputar um total de 76 jogos caso tenha sucesso nas mais variadas competições, incluindo Liga dos Campeões e Mundial de Clubes, que será nos Estados Unidos, em junho do próximo ano. Neste quadro, falta ainda somar os jogos internacionais de seleções, com o número total a poder assim ultrapassar os 80.
Carlo Ancelotti, do Real Madrid, Didier Deschamps, da seleção francesa, e Vincent Kompany, treinador do Bayern Munique, todos antigos jogadores que atingiram o mais alto nível no passado, defenderam recentemente uma negociação para que seja fixado um número máximo de jogos a disputar numa temporada.
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