Bernardo Silva ainda não sabe onde vai jogar: «Sei de intenções, sei quem quer, quem eventualmente quererá...»

Fugiu às perguntas concretas sobre o futuro, diz saber de algo, mas sem nada fechado

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Bernardo Silva é reconhecido como um dos maiores craques da história do clube
Bernardo Silva é reconhecido como um dos maiores craques da história do clube • Foto: AP
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Em entrevista ao Canal 11, Bernardo Silva fugiu às perguntas sobre o seu futuro após a saída do Manchester City, apenas deixando a garantia de que não será desta que voltará ao Benfica.

"Não tenho [nada fechado] e não sei onde vou jogar. Não sei mesmo. Tenho uma ideia do que quero fazer. Vou falando com o meu empresário, mas não sei onde vou jogar na próxima época. Não sei mesmo. Consigo gerir, porque já disse ao meu empresário que a decisão só será tomada no final da temporada. Só quero estar focado no Man. City e depois tomarei a decisão perante as opções que tenha. Quero resolver entre o final da época e o início dos treinos da Seleção para ter a cabeça limpa. Para não misturar as coisas, porque o Mundial é demasiado importante para estar a pensar noutras coisas", frisou o craque do Man. City.

Quando questionado sobre se a Arábia Saudita está fora de questão nesta fase, Bernardo voltou a fugir. "Podia responder, mas do ponto de vista negocial não faz muito sentido. Prefiro não responder..."

"Tenho contactos, sei de algumas intenções, sei quem quer, quem não quer, quem eventualmente quererá, não falei de valores, não há nada em cima da mesa. Não é angustiante. Estou relaxado. Tenho opções boas. Tenho ordens de preferência. O que vai aparecer vai ser sempre bom".

E, então, o que pesa mais na decisão? "Pesa tudo. O nível competitivo, porque eu quero competir, estar a um nível alto. Muito a vida familiar, o que é bom para mim e para a minha família. Estar num sítio onde vou gostar de estar e a minha mulher e filha estarem felizes", explicou.

Já com "tudo orientado" quanto a mudanças, Bernardo Silva ainda foi 'apertado' por Cândido Costa, quando este o questionado sobre se "chegando a Espanha" se vai procurar casa: "Não vou responder nada a essas perguntas".

Olhando para o futuro, com 31 anos, assume ter ainda muito pela frente e tem exemplos para se suportar. "Acho que até aos 34, sendo um jogador diferente, estás sempre a um nível muito alto. Vejo isso no Gündogan, que com 33, 34 anos, estava a um nível altíssimo. O Bruno talvez esteja numa das melhores épocas, tem 32 anos - está carcaça! Cuido-me bem mais do que cuidava. Agora não posso fazer o que fazia. Tenho de acordar cedo. Cuido muito na alimentação, no descanso. Sou regrado, tenho de ser. Se não fores, as lesões começam a aparecer, a performance baixa. O jogo está muito físico."

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