Rúben Dias: «É lindo o que está a acontecer»

Depois da Premier League e da Taça da Liga inglesa, o defesa do Manchester City aponta à conquista da Champions

• Foto: Lusa/EPA

Depois de ser eleito jogador do ano da Premier League pelos jornalistas ingleses, Rúben Dias falou aos canais do Manchester City na antevéspera da final da Liga dos Campeões frente ao Chelsea, que está marcada para sábado (20 horas) no Estádio do Dragão. A cumprir a sua primeira época em Inglaterra, o defesa-central ex-Benfica já conquistou o campeonato e a Taça da Liga com a camisola dos citizens mas não quer ficar por aqui.

"É lindo o que está a acontecer, especialmente vencer a Premier League e estar na final da Champions. Mas no próximo ano será um novo desafio, uma nova temporada e, como jogador de futebol, precisas de estar sempre faminto", assume o jogador, de 24 anos, que integra as escolhas de Fernando Santos para o Euro'2020.

"Desde que comecei a jogar futebol, sempre me preocupei em ganhar e fazê-lo a todo o custo. Farei o que tiver de fazer, aconteça o que acontecer. Tenha eu de gritar com quem quer que seja, mesmo que seja preciso motivar ou unir e ter os melhores à minha volta. Vou aprender a falar com todos. Para cada pessoa, temos de falar de maneira diferente. Tive de melhorar o meu talento, melhorar o meu jogo a nível técnico, mas também tive de melhorar o meu jogo em termos de relacionamento com os outros", diz Rúben Dias, assumindo a sua evolução ao longo dos últimos anos.

Títulos

"Ganhámos o título da Premier League, mas não comemorámos o suficiente porque já estávamos a pensar no próximo. Estamos tão envolvidos que, às vezes, fica difícil. Ouvi alguém no clube dizer que vivemos no meio da tempestado. Por vezes, nem temos tempo para comemorar ou pensar muito. Só seguimos em frente. Depois de uma época a jogar de três em três dias, a mentalidade é só essa e torna-se difícil desligar. Não devemos fazê-lo, apenas deixarmo-nos ir". 

Evoluir e ajudar os outros

"O futebol é um desporto coletivo e não individual. Temos muito para aprender com os desportos individuais, mas o nosso é mais completo. Requer mais capacidades de cada um. E eu sempre tentei desenvolver isso para ser melhor. Sempre fez parte do meu jogo ajudar as pessoas com quem jogo, seja qual for a posição. É uma questão de corrigir o que achamos que não está certo."

Por Record
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