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Erik ten Hag deixou este sábado, em entrevista à 'Voetbal International', duras críticas à forma como o Manchester United foi gerido nos últimos anos, questionando essencialmente a aposta feita no mercado de transferências. O holandês, que está a viver uma grande fase no clube, com sete vitórias consecutivas, lembrou ainda o que encontrou quando chegou. E o cenário aos seus olhos não era nada famoso...
"Na época passada o Manchester United não tinha aquele fator 'medo'. Não há espírito. Não vi qualquer dinâmica coletiva no plantel. A resiliência mental era muito baixa. Via-o como pessoa que estava por fora, mas também o percebi nas minhas primeiras semanas. Olhei para a cultura do clube e perguntei-me 'como é que o Manchester United se tornou grande?' O clube comprou um número inimaginável de jogadores nos últimos anos que não têm sido bons o suficiente. A maior parte das contratações foram jogadores medianos e no Man. United ser mediano não é suficiente. A camisola do United pesa bastante", começou por dizer.
Ten Hag abordou ainda a aposta que fez no mercado e o perfil exigido aos reforços. "Apenas pessoas com carácter, que possam render sob pressão, é que podem jogar cá. É isso que precisamos. Por isso é que a contratação do Casemiro foi tão importante. Juntamente com o Raphael Varane, temos um segundo jogador com experiência de ganhar títulos. Malacia, Martinez, Casemiro e o Antony são todos batalhadores, enquanto que o Christian Eriksen é um tecnicista com uma grande personalidade. Queremos o melhor de todos. Qualquer jogador que venha para o Manchester United tem de estar ao nível máximo".
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