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Internacional português esteve à conversa com Rio Ferdinand e passou em revista os tempos de Manchester United
Bruno Fernandes passou em revista parte da carreira, principalmente os anos em Inglaterra, numa franca conversa com Rio Ferdinand, ex-capitão da seleção inglesa e Manchester United. O internacional português recordou a chegada aos red devils e o primeiro conselho que ouviu do então treinador Solskjaer.
"Tenho que assumir o risco no último passe, no cruzamento, no remate. É uma das minhas principais qualidades. Se eu perder a vertente de assumir riscos, perco um pouco do 'Bruno' como jogador. Lembro-me do que Ole [Gunnar Solskjaer] me disse quando cheguei: 'Quero que tenhas a bola, quero que corras riscos, quero ver o Bruno que vi no Sporting'. Por isso, na minha cabeça... se me trouxeram por isso, não posso mudar, só posso melhorar", começou por dizer.
Além de capitão, o médio luso de 31 anos é constantemente um dos melhores jogadores do clube, época após época, como de facto demonstram os dados estatísticos, mas a instabilidade para os lados de Old Trafford é tanta que nem ele mesmo consegue 'esconder-se' das críticas. "Se eu fosse esperto, não corria riscos. Porque o risco pode ter recompensa ou o contrário. Se eu não arriscar, ninguém vai dizer: 'Ah, o Bruno perdeu a bola'. Vou jogar para o lado, para trás, e estarei seguro. Mas eu não sou um jogador de segurança. Se eu fizer isso, não estou a ajudar a equipa. Arrisco porque quero ajudar o Hojlund, o Rashford, o Garnacho e todos os criativos a marcarem golos. Se eu não arriscar, eles é que sofrem. Posso acabar com 98% de eficácia de passe, mas não estarei a ajudar", disse o médio português, confessando que, apesar de sentir o apoio dos adeptos, por vezes também fica desiludido com alguns comentários.
"Nas redes sociais é tudo muito negativo, mas no estádio sinto que os adeptos estão comigo. O que mais me magoa é quando dizem que não corro ou que não luto. Se fores ver as estatísticas, não há muitos jogos onde alguém tenha corrido mais do que eu em distância, alta velocidade ou acelerações. Dói muito sair de um jogo completamente esgotado e ouvir as pessoas dizerem que eu devia ter corrido mais."
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