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A ausência de Cristiano Ronaldo da gala onde a UEFA atribuiu o prémio de melhor jogador do ano a Luka Modric - o internacional português também concorria para esse prémio - levantou muitas questões e o CEO da Juventus fez questão de explicar por que motivo o craque não foi até ao Mónaco.
"Foi uma decisão pessoal, tomada durante o dia. Vamos respeitá-la. Da nossa parte, há um amargo profundo pela decisão [de atribuir o prémio a Modric]. Eu teria votado Ronaldo. Não quero contestar as opiniões dos jornalistas e treinadores, mas teria votado nele. Deu as melhores sensações a esta competição. Respeitamos a sua decisão em não ter vindo", confessou Giuseppe Marotta à Sky Sport.
Recorde-se que, em declarações a Record, Jorge Mendes considerou "simplesmente ridículo" o facto de ter sido o croata a conquistar o galardão.
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