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Tommaso Giulini, líder do Cagliari, crê que o problema não se resolve encerrando a ‘curva’ onde está a claque. "Estamos a trabalhar com os stewards. Eles têm de estar atentos. Pedimos também aos fãs decentes, ou seja, a 99,9% dos adeptos, que nos ajudem. Assim que forem reconhecidos, os prevaricadores podem ver vedado o acesso ao estádio. Fechar a ‘curva’ não é solução! Cagliari não é uma cidade racista, é pena que seja essa a imagem que está a passar."