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Ferruccio Gatti, adepto dos rossoblù, revelou ter vivido momentos de pânico com a família no interior do carro
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O encontro de ontem [domingo] entre o Génova e o Inter Milão (1-2), a contar para a 15.ª jornada da Serie A italiana, ficou marcado por graves confrontos entre ultras das duas equipas nas imediações do Estádio Luigi Ferraris momentos antes do arranque do jogo.
Em declarações ao 'Genova Quotidiana', Ferruccio Gatti, um alegado adepto do Génova, revelou ter chegado a temer pela vida quase se deparou 'preso' no meio daquela multidão de gente.
"Eu e a minha mulher ficámos presos em Marassi quando começaram os confrontos entre os adeptos. Presos no carro e bloqueados, com a polícia à frente e os criminosos atrás de nós. Estávamos aterrorizados. Destruíram o nosso carro e os que estavam à nossa frente. Atacaram o carro com cassetetes e cintos enquanto estávamos indefesos e apenas a passar. Estes não são adeptos, são criminosos organizados. Chegaram em scooters TMax, perfeitamente coordenados. Precisam de ser presos!", exclamou.
Recorde-se que na última noite registaram-se múltiplos confrontos graves entre os adeptos do Génova e do Inter Milão nas imediações do Luigi Ferraris, palco onde os nerazzurri venceram por 2-1.
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