Roberto Mancini disse não à China e quer trabalhar em Espanha ou em França

Técnico italiano admite que treinar a seleção italiana seria uma espécie de coroação da carreira

• Foto: EPA

Roberto Mancini, o técnico que abandonou o comando técnico do Inter de Milão duas semanas antes do arranque das competições oficiais, considera que a sua saída do clube 'nerazzurri' constituiu um ano e meio de trabalho desperdiçado.

O técnico transalpino, responsável pela contratação de João Mário, vai mesmo ao ponto de afirmar que, caso tivesse permanecido no Inter, a distância para a Juventus seria hoje menor ou mesmo inexistente.

"Um ano e meio de trabalho foi deitado fora, o que foi muito dececionante. Acredito que, se eu tivesse ficado, estaríamos agora muito próximos da Juventus", assumiu o técnico que conduziu o Manchester City à conquista da 'Premier League', entrevistado pelo jornal escocês 'Sunday Post'.

Questionado sobre a possibilidade de assumir o comando técnico do Celtic de Glasgow, o treinador, de 53 anos, não enjeita totalmente a hipótese, mas, para já, parece ter outras prioridades.

"Se o Celtic construísse uma equipa suficientemente forte para competir regularmente na Champions League, eu admitiria treiná-lo um dia. Ganhar a Liga escocesa tornou-se normal. Têm os adeptos e a História. Agora, têm de esforçar-se para se tornarem um 'player' importante no nível superior do futebol europeu", defendeu Mancini, antes de abordar outras possibilidades.

"No futuro, adoraria treinar a 'squadra azzurri'. Comandar a seleção do nosso país é a coroação e a ambição de qualquer treinador. Por enquanto, porém, quero continuar a trabalhar com equipas de clube. Não me parece que vá para a China. Ligaram-me, mas eu disse não, porque, para mim, o verdadeiro lugar do futebol é na Europa", revelou o treinador três vezes campeão italiano pelo Inter de Milão, terminando a conversa com o diário escocês com um desejo.

"Sinto que uma experiência no exterior me faria bem. Talvez em Espanha ou em França. Já estive em Inglaterra e ganhei lá. Mas, se surgir a proposta certa, nunca se sabe...", admitiu o Roberto Mancini.  

Por João Lopes
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