Uma cidade em estád(i)o de sítio
No fim de julho de 2015, Paulo Sousa concedeu, ao Record, a primeira grande entrevista como treinador da Fiorentina...
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"Não podemos esconder que exista um sentimento de deceção por parte dos adeptos em relação aos reforços de inverno. Peço aos que amam esta camisola para continuarem a apoiar-nos, porque os adeptos são a melhor aquisição que pode ser feita." Estas duas frases de Paulo Sousa, proferidas no dia após o fecho do mercado, onde a Fiorentina desperdiçou a oportunidade de afiançar reforços que lhe permitissem lutar por objetivos mais ambiciosos, demarcaram uma união ainda mais profunda entre equipa técnica, plantel e adeptos, insatisfeitos com a ausência de um projeto claro para o clube. Algo que caiu como uma bomba na pesadíssima estrutura viola, também conhecida por "1-4-3-1-2", dada a multiplicidade de cargos e ramificações, mesmo assim insuficientes para atingir os alvos pretendidos, situação que se prolonga desde o verão, e que já tinha estado na origem das ruturas com Prandelli e Montella, os antecessores do treinador português.