Igor Tudor adotou um discurso pragmático na apresentação como treinador da Juventus, clube com o qual assinou um contrato válido até ao final do Mundial de Clubes, mas que será renovado por mais uma época caso garanta a qualificação para a Liga dos Campeões.
“Vivo apenas o presente. Ter um contrato de dez anos não iria alterar a minha forma de encarar a questão. Claro que gostaria de ter um vínculo de dez anos, ainda assim precisaria de cumprir os objetivos. Se estiver a fazer as coisas bem, continuo. Caso contrário, vou embora para casa”, frisou o treinador croata de 46 anos, contando uma conversa que teve com o antigo colega Lilian Thuram, pai de Khéphren, médio da vecchia signora: “Falei ontem com o Lilian. Disse-me que se o filho dele fizesse alguma coisa errada lhe desse logo uma chapada. Estava a brincar, claro. Ele porta-se bem, conheço-o dos tempos em que atuava no Nice e eu treinava o Marselha.”
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