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Treinador português deixou o clube em janeiro
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Bryan Cristante garante que não houve um complô por parte dos jogadores da Roma para o despedimento de José Mourinho, em janeiro deste ano. Várias fontes em Itália avançaram que o treinador português deixou o clube por já não ter o apoio da equipa, mas o médio italiano garantiu, em declarações ao 'Corriere dello Sport', que essa informação é falsa.
"Nada disso é verdade. O futebol é assim. Quando as coisas não correm bem, o treinador é o primeiro a sair, mesmo que não seja o principal culpado", explicou o jogador, antigo futebolista do Benfica.
Cristante negou também que os donos da Roma tenham recebido a aprovação dos jogadores antes da demissão de Mourinho. "Outra informação falsa. Só soubemos do que estava a acontecer quando Mourinho foi informado, de manhã."
O jogador reconhece, no entanto, que as coisas não estavam bem na Roma. Quando lhe perguntaram se a era do treinador português no clube terminou com a final da Liga Europa perdida... "Não foi apenas isso. Muitas coisas não funcionaram. Pessoalmente pensei na final durante uns dias, mas depois foquei-me no futuro."
Mourinho foi substituído no comando técnico da Roma por Daniele De Rossi, antiga estrela do clube que Cristante gostaria de continuar a ver à frente da equipa na próxima época.
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