Tim Bernardes: «É muito bom conseguir cantar com um sorriso que antes era apenas tristeza»

• Foto: Marco Lafer e Isabela Vdd

"Uma maravilha de afinação, controle da dinâmica, refinamento, execução instrumental e liberdade na elegância do uso do palco e da luz", as palavras são de Caetano Veloso e resumem bem a carreira de Tim Bernardes, iniciada há pouco mais de dez anos, quando era ainda adolescente, no grupo O Terno, formado com "os melhores amigos". Juntos gravaram quatro discos, que os transformaram numa das maiores promessas da nova geração da música popular brasileira, mas seria no entanto a solo, com o álbum de estreia Recomeçar, que o artista paulista alcançaria o Olimpo da MPB. Considerado um dos melhores discos de 2017, seria apenas no ano seguinte que o apresentaria em Portugal, com dois concertos lotados em poucas horas na Galeria ZDB, em Lisboa, onde iniciou uma verdadeira relação de amor com o público nacional. Desde então já regressou muitas vezes, como volta a fazer agora, para uma mini digressão de seis datas com passagem por algumas das mais importantes salas do país, como o Theatro Circo (Braga), o Coliseu dos Recreios (Lisboa) ou a Casa da Música (Porto), onde vai apresentar ao vivo o igualmente aclamado segundo álbum em nome próprio, Mil Coisas Invisíveis. Leia o artigo completo na 'Must'.

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