Muita música para miúdos e graúdos no Festival O Sol da Caparica

• Foto: Luís Manuel Neves

Já são conhecidos os 45 artistas e DJ’s que vão animar a edição deste ano d’O Sol da Caparica, ontem apresentado na Casa da Cerca, em Almada. Entre os dias 10 e 13 de agosto, as praias da Costa da Caparica recebem a 4.ª edição do evento, que pretende "promover a cultura urbana e contemporânea", afirmou Joaquim Judas, presidente da Câmara Municipal de Almada. Carlão, repetente no festival, aproveitou a ocasião para apresentar o seu novo single ‘Viver pra Sempre’ e admitiu já ter lugar cativo no evento. Rita Guerra revelou já conhecer o festival e mostrou-se "muito contente" pelo convite, sendo que o seu espetáculo, direcionado para crianças, está ainda a ser escrito para o último dia d’O Sol da Caparica, inteiramente dedicado aos mais novos.

Mas antes será o angolano Matias Damásio um dos nomes fortes deste ano a subir ao palco. O intérprete do sucesso ‘Loucos’ tem como objetivo "espalhar emoções" com "muita dança à mistura". Os HMB, novamente convidados, revelaram que o festival "é único" por ser composto por artistas lusófonos. "É uma marca muito positiva", consideram. Xutos & Pontapés, Mafalda Veiga, Carlos do Carmo, António Zambujo e Bonga são outros dos nomes da edição 2017, que conta com quatro palcos para 60 espetáculos durante quatro dias. O desporto está representado com stands com o melhor que se faz no surf e skate na região. Há ainda sessões de cinema de filmes de animação, um espaço para entrevistas, declamação de poemas, debates culturais e, ainda, um palco de dança . O festival está inserido no plano orçamental da cultura da autarquia de Almada, cerca de 1 milhão de euros, constituindo a maior parte do investimento. O preço para os bilhetes diários é de 15 euros e o passe para os 4 dias custa 35 euros. Uma das novidades deste ano passa pelo passe de família, que inclui a entrada de dois adultos e duas crianças pelo preço de 115 euros.

Juntos pelo ‘fair play’

Além da música, também o desporto foi tema de conversa na apresentação d’O Sol da Caparica. Rita Guerra, apesar de elogiar a projeção do futebol nacional, criticou "a falta de civismo de alguns adeptos" e apelou ao "decréscimo do nível de rivalidade". Já Kalú, baterista dos Xutos & Pontapés, admitiu estar "cansado" do clima que se vive atualmente. "Não percebo o tempo de antena que se dá a estas coisas", revelou, criticando o facto de se falar "de guerras e claques" quando o foco devia estar dentro das quatro linhas.

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