Rui Vitória: da tristeza de deixar o Benfica à bateria que comprou em Guimarães

Treinador foi convidado do 'Programa da Cristina'

Rui Vitória foi esta terça-feira convidado do 'Programa da Cristina', SIC, onde falou sobre a sua saída do Benfica, a vida na Arábia Saudita e ainda o gosto por tocar bateria, instrumento que descobriu aos 10 anos.

De férias, depois de ter conquistado o título de campeão na Arábia Saudita, o antigo treinador do Benfica abordou a saída do clube da Luz, em janeiro, admitindo que não foi fácil. "Evidente que não se sai de plena felicidade", afirmou, sublinhando que a boa relação com Luís Filipe Vieira: "Afastámo-nos mas não nos zangámos", assumindo alguma "mágoa por deixar o trabalho a meio".

"O futebol é como os interruptores, liga e desliga… é a vida", refere, sublinhando uma ideia que muitas vezes repetiu quando estava no comando técnico do Benfica: "O importante é não perder o foco".

Rui Vitória confessa que sempre foi assim - educado, ponderado - e que até "nem era mau jogador, tinha qualidade técnica mas não era muito agressivo", diz.

"Nunca fui de fazer muitas asneiras. Era aquele bonacheirão. Maior que os outros, portava-me bem", refere o técnico recordando que os pais nunca o viram como treinador. 

Vida na Arábia.

Depois de deixar o comando técnico do Benfica, Rui Vitória rumou à Arábia Saudita, uma decisão tomada em dias e da qual não se arrepende.

"Decisões que têm de se tomar muito rapidamente. Ou ia ou ficava cá e ainda bem que o fiz, que arrisquei". "Fui recebido muito bem. Gosto de lá estar. Sinto-me bem, a segurança é boa, assim como a alimentação", afirma Rui Vitória que agora vai ter a companhia da família, apenas a filha mais velha não segue para a Arábia Suadita, devido aos estudos. 

Presentes em estúdio estiveram os filhos e a mulher de Rui Vitória, mas foi de Guimarães, num vídeo gravado pelo Neno, que o treinador foi desafiado a mostrar dotes musicais.

"É um baterista exímio", revela Neno, com Rui Vitória a ter que mostrar em direto o seu desempenho: "Aprendi a tocar quando tinha 10/11 anos, mas só comprei uma quando estava em Guimarães, cidade que tenho no coração", confessa o treinador que diz: "o presente passa pelo estrangeiro mas no futuro quero voltar."

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